{"id":454,"date":"2020-09-01T10:48:15","date_gmt":"2020-09-01T13:48:15","guid":{"rendered":"http:\/\/africaniasufrj.com.br\/?p=454"},"modified":"2020-09-01T10:55:35","modified_gmt":"2020-09-01T13:55:35","slug":"africanias-na-revista-misterios-de-orunmila","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/africaniasufrj.com.br\/index.php\/2020\/09\/01\/africanias-na-revista-misterios-de-orunmila\/","title":{"rendered":"Africanias na Revista Mist\u00e9rios de \u00d3runmil\u00e1"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"jl_single_style1\">\n<div class=\"single_post_entry_content single_bellow_left_align\">\n<h1 class=\"single_post_title_main\">GRUPO DE PESQUISA AFRICANIAS UFRJ<\/h1>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"post_content\">\n<p>O Grupo de Pesquisa Africanias UFRJ foi fundado em fevereiro de 2017. Sua hist\u00f3ria coincide com o percurso da Pesquisadora Professora Dra. Andr\u00e9a Adour que entre 2006 e 2013 foi professora da Universidade Federal de Ouro Preto, atuando no Departamento de M\u00fasica. Em fevereiro 2013 defendeu sua tese de doutorado intitulada: Vissungo: o cantar banto nas Am\u00e9ricas, defendida na Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade Federal de Minas Gerais, sob orienta\u00e7\u00e3o dos professores Doutores S\u00f4nia Queiroz e Rog\u00e9rio Cunha. No mesmo ano, em 2013, a pesquisadora foi redistribu\u00edda para a Universidade Federal do Rio de Janeiro, para atuar no Departamento Vocal da Escola de M\u00fasica. No ano de 2015, o Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em M\u00fasica (PPGM-UFRJ) aprovou a inser\u00e7\u00e3o do projeto Africanias na M\u00fasica Vocal Brasileira e a Rela\u00e7\u00e3o Brasil-\u00c1frica, vinculando-o \u00e0 linha de pesquisa Hist\u00f3ria e Documenta\u00e7\u00e3o da M\u00fasica Brasileira e \u00cdbero-Americana na \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o Musicologia.<\/p>\n<div id=\"attachment_5575\" class=\"wp-caption aligncenter\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-5575\" src=\"http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/DSCF6779-300x225.jpg\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" srcset=\"http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/DSCF6779-300x225.jpg 300w, http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/DSCF6779-768x576.jpg 768w, http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/DSCF6779-1024x768.jpg 1024w, http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/DSCF6779-1000x750.jpg 1000w, http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/DSCF6779-693x520.jpg 693w\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\">\n<p class=\"wp-caption-text\">Coordenadora Andr\u00e9a em v\u00eddeo-confer\u00eancia com Professor Doutor Lenine Santos da UFPEL<\/p>\n<\/div>\n<p>O projeto investiga a presen\u00e7a do legado africano nos diferentes g\u00eaneros e \u00e9pocas da m\u00fasica brasileira. Tal presen\u00e7a foi espargida, desde o s\u00e9culo XVI, per\u00edodo em que o modelo econ\u00f4mico adotado por Portugal em sua col\u00f4nia, utilizou m\u00e3o de obra escrava, escravizando os povos locais, chamados por seus colonizadores genericamente de \u00edndios e povos africanos, trazidos sobretudo da \u00c1frica subsaariana. Diversos povos africanos provenientes de diferentes etnias, l\u00ednguas e culturas, que aqui encontraram-se e entoaram seus cantos e constru\u00edram seus instrumentos, manifestando sua presen\u00e7a em sons no novo mundo, em africanias. O encontro entre tais saberes e a m\u00fasica de origem europeia foi campo de interesse de diversos compositores, em diferentes g\u00eaneros e estilos musicais e possibilitou a composi\u00e7\u00e3o de amplo repert\u00f3rio onde podemos perceber o eco da presen\u00e7a africana. Entretanto, este repert\u00f3rio \u00e9 muitas vezes mal compreendido em decorr\u00eancia da dificuldade de compreens\u00e3o do vocabul\u00e1rio e das tradi\u00e7\u00f5es africanas que o cercam. Este projeto de pesquisa visa o estudo e a compila\u00e7\u00e3o de obras da m\u00fasica vocal brasileira que possuam africanias, bem como a elabora\u00e7\u00e3o e publica\u00e7\u00e3o de um vocabul\u00e1rio de termos africanos e africanias, de modo a auxiliar instrumentistas e cantores na interpreta\u00e7\u00e3o da m\u00fasica vocal brasileira (dados acessados em 20\/12\/2017 no s\u00edtio: www.goo.gl\/XuhjXP ).<\/p>\n<div id=\"attachment_5576\" style=\"width: 194px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-5576\" class=\"wp-image-5576 \" src=\"http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/pastor-169x300.jpg\" sizes=\"(max-width: 169px) 100vw, 169px\" srcset=\"http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/pastor-169x300.jpg 169w, http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/pastor-293x520.jpg 293w, http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/pastor.jpg 541w\" alt=\"\" width=\"184\" height=\"327\"><p id=\"caption-attachment-5576\" class=\"wp-caption-text\">Iyalorix\u00e1 Paula de Od\u00e9 com o pastor Isaias da Igreja Batista<\/p><\/div>\n<p><br>Para compreender a presen\u00e7a do legado africano no \u00e2mbito de texto e m\u00fasica, a pesquisadora Prof. Dra. Andr\u00e9a Adour, buscou um referencial te\u00f3rico que viesse a contribuir com a amplia\u00e7\u00e3o desses saberes encontrando suporte nas pesquisas desenvolvidas pelas pesquisadoras Yeda Pess\u00f4a de Castro, S\u00f4nia Queiroz e Leda Martins.<br>No ano de 2016 aconteceu, entre os dias 24 e 27 de outubro, o VII Simp\u00f3sio Internacional de Musicologia da UFRJ que naquele ano foi intitulado M\u00fasica no Universo \u00cdbero-Afro-Americano: desafios interdisciplinares. Para este simp\u00f3sio a coordenadora da linha de pesquisa professora Dra. Andrea Adour foi convidada para coordenar o Grupo de trabalho Africanias, do qual fizeram parte a pesquisadora Dra. S\u00f4nia Queiroz (UFMG), o Babalawo Sandro Fatorera (Afox\u00e9 \u00d3m\u00f3 If\u00e1) e a Dra. Elis\u00e2ngela Santos (CEFET) que realizou-se no dia 26 de outubro. A partir destas discuss\u00f5es realizadas por este grupo de trabalho foi retirado um documento que sugeria a cria\u00e7\u00e3o do Grupo de Pesquisa Africanias UFRJ. Tal documento encontra-se publicado nos anais do Simp\u00f3sio que podem ser acessados no s\u00edtio www.goo.gl\/cc88pS<\/p>\n<div id=\"attachment_5577\" class=\"wp-caption alignleft\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-5577\" src=\"http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/ai-sim-300x225.jpg\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" srcset=\"http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/ai-sim-300x225.jpg 300w, http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/ai-sim-693x520.jpg 693w, http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/ai-sim.jpg 720w\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\">\n<p class=\"wp-caption-text\">Apresenta\u00e7\u00e3o do Afox\u00e9 \u00d3m\u00f3 If\u00e1 no teatro da UFRJ com o grupo de pesquisa africanias<\/p>\n<\/div>\n<p>No in\u00edcio de 2017 foi ent\u00e3o fundado o Grupo Africanias UFRJ que conta a colabora\u00e7\u00e3o de pesquisadores de diversos estados e institui\u00e7\u00f5es, tais como a UFMG, UFU, UFPEL, UFJF, Afox\u00e9 \u00d3m\u00f3 If\u00e1, FAETEC, al\u00e9m de pesquisadores independentes. Al\u00e9m disso, h\u00e1 a presen\u00e7a de discentes dos bacharelados em m\u00fasica e da licenciatura em m\u00fasica da UFRJ, bem como dos alunos de mestrado e doutorado dos programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em m\u00fasica da UFRJ, o PPGM e o PROMUS. O Grupo Africanias UFRJ \u00e9 tamb\u00e9m parceiro de outros grupos de pesquisa, tais como o Caravelas Brasil (UFRJ), coordenado pelo professor Dr. Alberto Pacheco e o APHCAB (UFPEL), coordenado pelo professor Dr. Lenine Santos. O grupo de pesquisa tamb\u00e9m acolhe a presen\u00e7a de colaboradores e pesquisadores das diferentes tradi\u00e7\u00f5es orais, cujas culturas pertencem ao interesse de estudo do grupo.<\/p>\n<p class=\"wp-caption aligncenter\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5578 size-medium\" src=\"http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/DSCF6713-e1558634853158-200x300.jpg\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" srcset=\"http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/DSCF6713-e1558634853158-200x300.jpg 200w, http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/DSCF6713-e1558634853158-768x1152.jpg 768w, http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/DSCF6713-e1558634853158-683x1024.jpg 683w, http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/DSCF6713-e1558634853158-1000x1500.jpg 1000w, http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/DSCF6713-e1558634853158-347x520.jpg 347w\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\"><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\">Professora Doutora Regina Meirelles apresentando a sua pesquisa dos Tambores de Crioula<\/p>\n<p id=\"attachment_5578\" class=\"wp-caption aligncenter\">Desde ent\u00e3o a produ\u00e7\u00e3o do Grupo Africanias UFRJ vem crescendo, e seus pesquisadores produziram diferentes artigos como resultados de suas pesquisas. \u00c9 tamb\u00e9m um dos objetivos do grupo a produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica e, para tanto, s\u00e3o realizados recitais-palestras que tem acontecido em diferentes salas de concerto bem como em congressos nacionais e internacionais.<\/p>\n<p>Colaboradora: Pesquisadora Professora Andr\u00e9a Adour<\/p>\n<\/div>\n<p>FONTE: <a href=\"http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/index.php\/2019\/05\/23\/grupo-de-pesquisa-africanias-ufrj\/\">http:\/\/revistamisteriosdeorunmila.com.br\/index.php\/2019\/05\/23\/grupo-de-pesquisa-africanias-ufrj\/ <\/a><\/p>\n\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>GRUPO DE PESQUISA AFRICANIAS UFRJ O Grupo de Pesquisa Africanias UFRJ foi fundado em fevereiro de 2017. 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