{"id":1,"date":"2018-11-18T19:46:41","date_gmt":"2018-11-18T21:46:41","guid":{"rendered":"http:\/\/africaniasufrj.com.br\/?p=1"},"modified":"2019-03-06T16:56:38","modified_gmt":"2019-03-06T19:56:38","slug":"programacao-da-ii-jornada-africanias-ufrj","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/africaniasufrj.com.br\/index.php\/2018\/11\/18\/programacao-da-ii-jornada-africanias-ufrj\/","title":{"rendered":"Programa\u00e7\u00e3o da II Jornada Africanias UFRJ"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-184 alignright\" src=\"http:\/\/africaniasufrj.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/45719569_569674580157253_2975407760457334784_n-300x157.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"157\" srcset=\"http:\/\/africaniasufrj.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/45719569_569674580157253_2975407760457334784_n-300x157.jpg 300w, http:\/\/africaniasufrj.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/45719569_569674580157253_2975407760457334784_n.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>A II Jornada Africanias UFRJ prop\u00f5e reunir m\u00fasicos e pesquisadores do Brasil, compartilhando saberes a respeito da presen\u00e7a do legado africano nas Am\u00e9ricas. Este evento homenagear\u00e1 a fundadora do Africanias, a etnolinguista Professora Yeda Pessoa de Castro. Suas pesquisas s\u00e3o refer\u00eancia em todo o mundo e recebeu v\u00e1rios convites da ONU e da UNESCO a respeito das rela\u00e7\u00f5es culturais e lingu\u00edsticas entre o Brasil e a \u00c1frica. \u00c9 autora de duas importantes publica\u00e7\u00f5es: <em>Falares Africanos na Bahia: um vocabul\u00e1rio afro-brasileiro<\/em>, considerado pela cr\u00edtica a obra mais completa a respeito de l\u00ednguas africanas no Brasil e a publica\u00e7\u00e3o <em>A l\u00edngua mina-jeje no Brasil: um falar africano em Ouro Preto do s\u00e9c. XVII<\/em>. \u00c9 de sua autoria a defini\u00e7\u00e3o do termo Africania, extra\u00eddo da proposi\u00e7\u00e3o feita pela antrop\u00f3loga Nina Friedmann em Cabildos negros, ref\u00fagios de africanias en Colombia (Revista Montalb\u00e1n, Universidade Cat\u00f3lica Andr\u00e9s Bello,1988). Segundo Yeda, podemos entender africanias como:<\/p>\n<blockquote><p>A bagagem cultural submergida no inconsciente iconogr\u00e1fico dos negroafricanos entrados no Brasil em escravid\u00e3o e que se faz percept\u00edvel na l\u00edngua, na m\u00fasica, na dan\u00e7a, na religi\u00e3o, no modo de ser e de ver o mundo, e, no decorrer dos s\u00e9culos, como forma de resist\u00eancia e de continuidade na opress\u00e3o, transformaram-se e converteram-se em matrizes part\u00edcipes da constru\u00e7\u00e3o de um novo sistema cultural e lingu\u00edstico que nos identifica como brasileiros (CASTRO: 2012, p. 15).<\/p><\/blockquote>\n<p>A partir desta defini\u00e7\u00e3o, compreendemos que a m\u00fasica brasileira foi se constituindo intrinsecamente pela presen\u00e7a legado africano. A segunda homenagem que a II Jornada ir\u00e1 realizar \u00e9 \u00e0 cantora Za\u00edra de Oliveira (1891-1951) que foi medalha de ouro do Instituto Nacional de M\u00fasica em 1921 e que cantou na inaugura\u00e7\u00e3o do Sal\u00e3o Leopoldo Miguez, considerada por Paschoal Carlos Magno uma das melhores cantoras l\u00edricas do mundo.<\/p>\n<h3>PROGRAMA\u00c7\u00c3O<\/h3>\n<h4>21\/11\/2018 \u2013 VENTURA \u2013 SALA 2116<\/h4>\n<p><strong>9:00<\/strong> CREDENCIAMENTO<\/p>\n<p><strong>9:30<\/strong> <strong>Homenagem \u00e0 Professora Dra. Yeda Pessoa de Castro<\/strong><\/p>\n<p><strong>10:00<\/strong> Confer\u00eancia \u2013 <strong>Professora Dra. Yeda Pessoa de Castro<\/strong> (UFBA)<\/p>\n<p><strong>11:00<\/strong> Mesa Redonda \u2013 <em>Tradi\u00e7\u00f5es Bantu, Jeje e Nag\u00f4<\/em> \u2013 <strong>Yeda Pessoa de Castro, M\u00e3e Paula e Dote Jo\u00e3o de Oy\u00e1<\/strong>. Mediador: <strong>Dr. Alberto Pacheco<\/strong><\/p>\n<p><strong>12:00<\/strong> Palestra: <em>Tambores africanos no Brasil: mito e linguagem: uma introdu\u00e7\u00e3o<\/em> \u2013 <strong>Eduardo Lira e Prof. Dr. Regina Meirelles<\/strong><\/p>\n<p><strong>12:30<\/strong> <em>Jogos de cogni\u00e7\u00e3o: quem aprende, quem n\u00e3o aprende e porque n\u00e3o aprende? O racismo estrutural como Inviabilizador para o ensino e aprendizagem da matem\u00e1tica nos anos iniciais do ensino fundamental<\/em> \u2013 <strong>Erivelton Tomaz<\/strong><\/p>\n<p><strong>13:00<\/strong> ALMO\u00c7O<\/p>\n<h4>21\/11\/2018 \u2013 SAL\u00c3O LEOPOLDO MIGUEZ<\/h4>\n<p><strong>14:00<\/strong> <em>Recital Presen\u00e7a \u00e1rabe-africana na m\u00fasica brasileira<\/em> \u2013 <strong>Nat\u00e1lia Trigo (voz), Arash Azadeh (kamancheh), Alisson Freire (viol\u00e3o) e Silas Barbosa (piano)<\/strong><\/p>\n<p><strong>14:30<\/strong> <em>Africanias em Babi de Oliveira: um outro caminho<\/em>. <strong>Nat\u00e1lia Trigo (voz) e Silas Barbosa (piano)<\/strong><\/p>\n<p><strong>15:00<\/strong> <em>Africanias FAETEC<\/em>, <strong>Silas Barbosa (piano)<\/strong><\/p>\n<p><strong>15:50<\/strong> <em>Beira Mar<\/em>. <strong>Ta\u00eds Bandeira (soprano) e Guilherme Terra (piano)<\/strong><\/p>\n<p><strong>16:30<\/strong> Viva Za\u00edra: <em>Revisitando Za\u00edra de Oliveira: pela mem\u00f3ria e des-esquecimento<\/em> &#8211; <strong>Andr\u00e9a Adour, Daniel Salgado e Victor Abalada<\/strong><\/p>\n<p><strong>17:00<\/strong> Viva Za\u00edra: <em>Homenagem \u00e0 Zaira de Oliveira<\/em> com <strong>Duo Pretas (Sulamita Lage, piano e Ana Lia, soprano)<\/strong><\/p>\n<p><strong>17:15<\/strong> Viva Za\u00edra: <em>Roda de Choro da UFRJ<\/em>, orientadora <strong>Prof. Dra. Sheila Zagury e alunos da Oficina Instrumental de Canto e Projeto Africanias (orienta\u00e7\u00e3o prof. Dra. Andrea Adour), viol\u00e3o Eduardo Camenietzki<\/strong><\/p>\n<p><strong>18:15<\/strong> Viva Za\u00edra: <em>Cantiga Praiana \u2013 a redescoberta do cancioneiro de Eduardo Souto e seu tratamento para apresenta\u00e7\u00e3o em concerto<\/em>. <strong>Anne Amberget, piano; Daniela Moreira, mezzo-soprano, Robson Lemos, tenor, Thiago Teixeira, bar\u00edtono. Orienta\u00e7\u00e3o, prof. Dr. Lenine Santos<\/strong><\/p>\n<h4>22\/11\/2018 \u2013 VENTURA \u2013 SALA 2116<\/h4>\n<p><strong>10:00<\/strong> Mesa redonda: <em>L\u00eddia de Oxum<\/em> \u2013 <strong>Ild\u00e1sio Tavares, In\u00e1cio de Nonno e Antonilde Pires<\/strong>. Mediadora: <strong>Andr\u00e9a Adour<\/strong><\/p>\n<p><strong>11:00<\/strong> <em>O legado da ancestralidade na constru\u00e7\u00e3o do imagin\u00e1rio do samba<\/em> \u2013 <strong>Prof. Dra. Regina Meirelles<\/strong><\/p>\n<p><strong>12:00<\/strong> <em>Afroperspectividade, Epistemic\u00eddio Cultural E Ensino De M\u00fasica Com Crian\u00e7as<\/em> \u2013 <strong>Prof. Dr. Renato Nogueira e Fabr\u00edcia Medeiros<\/strong><\/p>\n<p><strong>13:00<\/strong> ALMO\u00c7O<\/p>\n<h4>22\/11\/2018 \u2013 RUA DO PASSEIO, 98 &#8211; SALA DA CONGREGA\u00c7\u00c3O<\/h4>\n<p><strong>14:00<\/strong> <em>Os elementos afro-ind\u00edgenas nas lendas amaz\u00f4nicas de Waldemar Henriques: um estudo de caso da obra Foi Boto Sinh\u00e1<\/em> \u2013 <strong>Leonardo Soares<\/strong><\/p>\n<p><strong>14:15<\/strong> <em>A presen\u00e7a africana na can\u00e7\u00e3o Guerreira de Paulo C\u00e9sar Pinheiro e Jo\u00e3o Nogueira<\/em> \u2013 <strong>Tom Oliveira<\/strong><\/p>\n<p><strong>14:30<\/strong> <em>Vapor berrou na Para\u00edba, fuma\u00e7a dele na Madureira! Africanias nos pontos do jongo da Serrinha<\/em> \u2013 <strong>Ana Daniela Rufino<\/strong><\/p>\n<p><strong>14:45<\/strong> <em>Do cantoch\u00e3o ao batuque: decolonizando o ensino de m\u00fasica \u00e0 luz da est\u00e9tica marioandradiana<\/em> \u2013 <strong>Carlos Cortez<\/strong><\/p>\n<p><strong>15:00<\/strong> <em>O olhar de Debret sobre as Africanias no Brasil<\/em> \u2013 <strong>Giselle Justino<\/strong><\/p>\n<p><strong>15:30<\/strong> <em>Raiz e Resist\u00eancia: Antonio Candeia Filho<\/em> \u2013 <strong>Gabriel Barros<\/strong><\/p>\n<p><strong>15:45<\/strong> <em>Africanias em Najla Jabor: um estudo sobre o acervo da compositora na Biblioteca Alberto Nepomuceno<\/em> \u2013 <strong>Paulo Maria e Andrea Adour<\/strong><\/p>\n<p><strong>16:00<\/strong> <em>As africanias na pe\u00e7a \u201cCobra Cor\u00e1\u201d de Carlos Alberto Pinto Fonseca como suporte interpretativo<\/em> \u2013 <strong>Carlos Fecher<\/strong><\/p>\n<p><strong>16:15<\/strong> <em>ABC do Sert\u00e3o: Africanias nas Letras do Rei do Bai\u00e3o<\/em> \u2013 <strong>Silviane Paiva<\/strong><\/p>\n<p><strong>16:30<\/strong> <em>O swing no canto de Djavan<\/em> \u2013 <strong>Fabio Adour<\/strong><\/p>\n<p><strong>16:45<\/strong> <em>Possibilidades dos encontros afro-brasileiros no processo de cria\u00e7\u00e3o musical<\/em> \u2013 <strong>Eduardo Cameniezki. Int\u00e9rprete: Yasmini Vargas<\/strong><\/p>\n<p><strong>17:00<\/strong> <em>Recital<\/em> <strong>Antonilde Pires (voz) e Sulamita Lage (piano)<\/strong><\/p>\n<p><strong>17:30<\/strong> <em>Recital Afrotel\u00faricos<\/em> \u2013 <strong>Ana Rosa (voz), Victor Rosa (viol\u00e3o de 7 cordas) e Rodrigo Mar\u00e9 (percuss\u00e3o)<\/strong><\/p>\n<p><strong>18:00<\/strong> Encerramento: <em>Recital Orix\u00e1s e Orikis e bate papo com Afox\u00e9 Om\u00f3 If\u00e1<\/em>. <strong>Alunos da Escola de M\u00fasica da UFRJ. Mediadores: M\u00e3e Paula e Babalawo Sandro Fatorer\u00e1. Piano: Silas Barbosa<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A II Jornada Africanias UFRJ prop\u00f5e reunir m\u00fasicos e pesquisadores do Brasil, compartilhando saberes a respeito da presen\u00e7a do legado africano nas Am\u00e9ricas. Este evento homenagear\u00e1 a fundadora do Africanias, a etnolinguista Professora Yeda Pessoa de Castro. Suas pesquisas s\u00e3o refer\u00eancia em todo o mundo e recebeu v\u00e1rios convites da ONU e da UNESCO a&#8230;<\/p>\n<p class=\"more-link\"><a href=\"http:\/\/africaniasufrj.com.br\/index.php\/2018\/11\/18\/programacao-da-ii-jornada-africanias-ufrj\/\"><span>Read More<\/span><i>&#43;<\/i><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":184,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[11],"tags":[14,4,13,16,5,15,7,12],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/africaniasufrj.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1"}],"collection":[{"href":"http:\/\/africaniasufrj.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/africaniasufrj.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/africaniasufrj.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/africaniasufrj.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1"}],"version-history":[{"count":4,"href":"http:\/\/africaniasufrj.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":190,"href":"http:\/\/africaniasufrj.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1\/revisions\/190"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/africaniasufrj.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/184"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/africaniasufrj.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/africaniasufrj.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/africaniasufrj.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}